O que eu achei de My Soul to Take (A Sétima Alma)

17 12 2010

As pessoas já devem estar de saco cheio de filmes de terror sobre serial killers em que a única coisa que acontece na trama é um cara enorme perseguindo os personagens principais que morrem um por um nas mãos do monstrengo. Bom, eu não. E foi por isso que eu me interessei por My Soul to Take. Mês passado eu estava assistindo à TV e foi exibido um Por de trás da câmera do filme, que eu nunca havia ouvido falar na vida embora ele tenha estreado nos cinemas dos Estados Unidos em Outubro.


Na minha opinião My Soul to Take tem um diferencial. Abel Panklov é um homem casado que sofre de múltipla personalidade possuindo cinco personalidades além da original. Uma sétima personalidade, porém, se mantinha em segredo entre as outras, praticando mortes em massa na cidade e sendo conhecido como o Estripador. Na noite em que Panklov descobre a verdade através de suas personalidades alternativas e uma porção de acontecimentos acaba gerando a suposta morte do Estripador, sete crianças nascem prematuramente na cidade. Dezesseis anos se passaram e o corpo de Abel Panklov nunca foi encontrado. A lenda urbana conta que ou Abel Panklov sobreviveu àquela noite ou sua alma se refugiou numa das sete crianças que nasceram na noite de sua morte, que buscará vingança das outras seis almas que renasceram.

O longa-metragem mostra o aniversário de dezesseis anos das sete crianças e o retorno do Estripador na cidade. Acho que o mais divertido é você ter aquela absoluta certeza que pelo menos o bad guy só pode ser um daquele seleto grupo de personagens e você passa o filme inteiro em dúvida se é um ou outro. É ótimo para quem curte um filme de terror sem muito sangue com bastante suspense e uma pitada de trama colegial.

Eu recomendaria.

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