Franky

28 01 2011

Então FINALMENTE estreou. Pra falar a verdade até que passou rápido 2010. Eu lembro como se fosse ontem a minha espera cruel pelo último episódio da segunda geração, mas enfim. Eu juro, JURO que achava que a estréia seria dia 28. Quando eu fui dar uma olhada na comunidade e vi um “ESTREOU HOJE” fiquei totalmente lokadocu e saí pela casa correndo, pelado, com as mãos pro alto.
Tá, brimks, eu não fiz isso.

Mas então. Terceira geração. É. Ouve taaanto blábláblá sobre ela que meuzeus, tinha coisa que eu não aguentava ler, ainda mais partindo de gente que nem fazia idéia do que era Skins e que havia começado a assitir pela terceira temporada e neglenciava as anteriores… Ouvi tanto sobre como os atores novos eram feios, sobre como não acreditavam que a geração anterior não estaria nela, sobre como a Effy era obrigada a continuar na série por ela ser o elo que liga todas as fases… bem. Eu realmente gostei do primeiro episódio e acho que essa pode sim ser uma ótima temporada e um bom início para a nova geração. Skins não morreu em sua essência. Pra quem acompanha a série desde o início, Skins ainda está lá.


O episódio foi centrado na personagem Franky. E bem, depois do Tony ser seguido pela trágica besteira que fizeram com a Effy, acho que a Franky será uma ótima protagonista. Alguém mais sano, sabe? Quero dizer, nada contra o Tony, ele foi um personagem realmente excelente e eu amo a Effy, mas eles tinham problemas. Like, really serious issues, if you know what I mean. Sei que essa era a graça deles, mas estava na hora de mudar porque, afinal, o lance com a Effy não deu muito certo. Enfim, criarem alguém com a personalidade da Franky para substituir isso foi uma ótima escolha. Porque se tem alguma coisa que ficou faltando na segunda geração foi um personagem bem elaborado e eu achei que a Franky supriu essa necessidade.

Estavam comentando sobre não ter personagens gays nessa geração. Eu realmente duvido que os criadores neglenciem a nossa realidade. Quero dizer, gays estão por todo o lado e mesmo que nenhum dos oito personagens tenha o mínimo de inclinação homo-friendly, ainda temos os pais da Franky, não é? Que, by the way, são TÃO fofos. Eu os amei, sério, e aguardo ansiosamente para ver mais deles.

Enfim. Skins 5 finalmente começou e eu não podia estar mais ansioso para ver o que guardaram para os próximos episódios.
Que venham.

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VHS –> DVD –> …Blu-Ray?

24 01 2011

Parece que a indústria não está muito contente com o fracasso que foi a implementação do nova tecnologia do blu-ray na nossa era. Realmente pensavam que seria tão fácil assim? Alcançar a meta em tão pouco tempo? 2010 ano do blu-ray meu cu. Eu lembro o inferno que foi a mudança do VHS pro DVD. Eu era criança e tinha (ainda tenho) uma coleção imensa de VHS em casa, filmes da disney, milhões de gravações de desenhos, animes, filmes… o VHS era a minha vida, eu esperneava em casa porque não queria um aparelho de DVD. Foram dias tensos aqueles.

Mas enfim, eu estava lendo por aí que as empresas grandes (samsung, sony, blábláblá) apostavam o rabo que em 2010 o blu-ray iria IMPLACAR GERAL e que o DVD ficaria pra titio. Haha, eu ri. E muito. Agora que viram que a tentativa foi um fracasso já que, pelo jeito, o percentual do Brasil no mercado da nova tecnologia é de apenas 3%, estão tentando desesperadamente abaixar os preços para que 2011 seja o ano do bluray. Eu sinceramente ainda acho difícil isso acontecer ainda esse ano. É lógico que o percentual vai aumentar, mas não de uma forma que faça realmente diferença. Minha opinião. Eles já viram quanto custa uma bosta de filme blu-ray? MUITO CARO. Muito caro MESMO comparado ao bom e velho DVD. As pessoas simplesmente não vão trocar a facilidade de busca e o bom preço tão facilmente assim quando, na verdade, é impossível, nos dias de hoje, eliminarmos definitivamente a produção de DVD como aconteceu com o VHS.

Uma hora vai acontecer, é claro. As coisas mudam e não vai ser como se tivessemos que eliminar nossas coleções de DVD já que o aparelho de blu-ray roda a tecnologia anterior, mas ainda assim, os preços diminuirem já é uma coisa boa e dá um empurrãozinho pro mercado. Afinal, eu conheço pessoas que já usam bluray. É até interessante pensarmos que realmente existe gente amante de cinema que seja capaz de gastar setenta reais por filme. Ano passado eu estava na livraria da Travessa com dois amigos e eu lembro de ter pirado com o DVD da coleção Toy Story.

Aaaaahhh, já tem o box da trilogia Toy Story. Vou comprar.” eu disse.

Ah, também quero, é blu-ray?” um amigo perguntou.

Claro que não. Pra que eu vou comprar blu-ray?

Ah não, é pra mim. É que agora eu só compro blu-ray.

Ah tá. Desculpa.





A melhor coisa sobre mim é Você

11 01 2011

Eu achei tão fofo que eu simplesmente tive que colocar aqui.
Hoje, no décimo primeiro dia de Janeiro, saiu no canal do youtube do Ricky Martin seu mais novo vídeo do primeiro single da carreira do cantor após sua saída do armário. E eu achei incrível. Mais o vídeo do que a música, para ser sincero, mas não se pode ter tudo, né Ricky Martin?

O vídeo realmente passa uma mensagem linda e vale muito a pena ser visto, mesmo se voce não for lá muito fã do cantor. Eu, por exemplo, não sou.





Crise Capilar

7 01 2011

Esses dias eu entrei numa vibe que eu costumo chamar de “crise capilar”. Sabe quando você olha todos os dias para o espelho e não agüenta mais ter a mesma coisa te encarando de volta? Sabe aquela vontade louca de fazer alguma coisa espontânea ou mudar radicalmente o seu visual? Pois eu estava (estou) assim.

Eu costumo caracterizar meu cabelo como um afro que não chega exatamente a ser black power. Quase um mini black, como eu ouvi de um amigo recentemente. Quero dizer, meu cabelo costuma ter uns treze centímetros de comprimento, mas ele não mostra exatamente esse comprimento por causa dos cachos que ele faz. Pois imagine um black power que não seja uma esponja de lavar louça e que além disso forme vários cachinhos e cachões. Esse é o meu cabelo. E é uma convivência difícil porque ele precisa estar naquele período seco pós-molhado e anterior a uma noite de sono para estar apresentável.

Anteontem eu estava sozinho em casa e enquanto conversava comigo – eu faço isso bastante –, cheguei à conclusão que eu não agüentava mais aquela situação. Peguei uma tesoura e comecei a picotar meu cabelo sozinho. Nunca havia feito isso antes. Quando eu era criança eu tinha o costume de ir ao barbeiro sempre e quando o profissional do ramo não estava mais atingindo minhas expectativas durante a puberdade, eu comecei a cortar o cabelo em casa com a Dona Mamãe, com quem eu poderia gritar e falar sem problema algum que ela havia feito um trabalho lixo e havia arruinado a minha vida social. Mas eu vou deixar para falar sobre meu relacionamento com a minha mãe uma outra vez. Enfim, então eu diminuí o tamanho do meu cabelo a ponto de ele não formar mais cacho algum, e mesmo assim, após ter trucidado dez centímetros de cabelo humano eu ainda não estava satisfeito.

Há um bom tempo eu tenho tido vontade de raspar a minha cabeça, mas ainda não encontrei nenhum amigo que me incentive a fazer o ato. Na verdade todos acham a idéia uma estupidez sem limites. E eu estava pensando, sabe, também acharam que eu cortar o cabelo sozinho seria uma estupidez. Eu até concordo, mas não deu exatamente errado, eu consegui cortar direitinho, e olha que eu fiz tudo com uma tesoura falhando.

Eu gostava muito do meu cabelo grande e confesso que sinto falta dele, mas às vezes a gente precisa mudar. Ontem mesmo eu estava mostrando meu corte novo a um amigo.

“Ah. Tá legalzinho” disse ele.

Legalzinho? Que tipo de opinião é essa? Sabe quando dizem que bonitinho é o feio arrumado? Eu costumo usar bonitinho para uma porção de coisas, e sinceramente não vejo dessa forma de “feio arrumado”. Mas quando o comentário é “legalzinho” a coisa muda de forma. Na minha mente, os níveis de beleza seriam mais ao menos assim:

Espetacular -> Sensacional -> Lindo -> Bonito -> Bonitinho -> Legalzinho

Quero dizer. Legalzinho? Legalzinho?
Sinta a indiferença.

“Ah, como eu estou hoje?”
“Ah, tá legalzinho.”





A delicadeza dos correios brasileiros

5 01 2011

Achei lindo esse vídeo mostrando como nossas encomendas são tratadas aqui no Brasil através do nosso sistema de correios. Se já não bastasse os extravios e a demora absurda de encomendas estrangeiras, ver com meus próprios olhos a delicadeza dos funcionários dos correios realmente me deixou menos preocupado com o estado que minhas coisas podem chegar, isso é, se um dia chegarem.

Para ter uma noção, atualmente estou aguardando quatro pacotes. QUATRO. Sendo o mais antigo de Novembro do ano passado. E se vamos falar de encomendas, eu preciso dizer que em 2010 foi o ano recorde de encomendas perdidas e de dinheiro jogado fora. No mínimo uns cinco pacotes (provavelmente mais) não encontraram o caminho da minha casa. Eu já reclamei tanto que uma hora eu não agüentava mais falar sabendo que não ia dar em nada e passei a escolher melhor como e de onde fazia as minhas compras online.

E repara só como ele jogam os pacotes. Se alguém cismasse de enviar uma bomba para um amiguinho, ela explodia muito antes de sequer ter a chance de chegar no destinatário.

Hum. Idéias surgindo.








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