Skins: Terceira Geração – Opening Theme

29 12 2010

Saiu hoje no site oficial a nova opening de Skins, além de um trailer no The Sun.

E… Fat Segal mudou a melodia. De novo. Não que isso seja um problema, fizeram o mesmo na segunda geração e ninguém morreu. Eu não, pelo menos.
Enfim, por enquanto, eu gostei (não tanto do tema novo) e estou ansioso para a quinta temporada e o que os personagens novos guardam… embora as comparações e os berros dizendo que vai tudo ser um lixo já começaram. Eu já simpatizei pela provável nova líder da turma nova que, pela opening, deve ser a branquinha de cabelo curto.

Por ora eu só gostaria de saber quando Skins 5 vai estrear e se a droga do filme realmente vai acontecer.
Maldita E4.





Quase-acidente-de-trânsito nº 19

22 12 2010

Ruas sem faixa de pedestre me irritam. Quero dizer, o que mais atrasa a sua vida do que precisar ficar brincando de passa-ou-não-passa, corro-ou-não-corro com carros, ônibus e caminhões que não ligam a mínima para se você está atrasado para um compromisso ou não? As pessoas precisam saber que isso realmente é um problema no Rio de Janeiropaís. Atravessar a rua em alguns lugares tem requerido o elemento coragem aqui no estado, porque imagina um covardão tentando competir com as tantas motos e carros que incessantemente não param de aparecer do nada? O engraçado é quando uma pista  corta para duas ruas. Parece que a rua em que VOCÊ está é a única que existe. Nenhum veículo passa pela outra, é incrível. E é por isso que o brasileiro carioca precisou crescer malandro e o “jeitinho carioca” se tornou tão famoso e comentado pelo país e até pelo mundo lá fora, porque a gente precisa dar um jeito para as coisas acontecerem.

Agora eu? Eu quase morri atropelado hoje. De novo. E se eu não fosse ateu, juraria que no mínimo pelos últimos dezenove anos, Deus vem insanamente tentando me matar num acidente de trânsito. Porque não é brincadeira as vezes que eu sabe-se lá como consegui me safar de ser erguido ou ter o corpo amassado por um carro. É tipo absurdo. Eu já fui “quase” atropelado várias vezes. Carros, caminhões, motos… E por ironia do destino o único meio de transporte que conseguiu a façanha de atravessar as rodas por cima do meu corpo foi uma bicicleta. Mas a culpa dessa vez não foi minha ou da minha necessidade estúpida de provar que consigo ser mais rápido que conduções. A culpa foi da filha da puta que estava no controle dos malditos guidões. Afinal, que tipo de mente cruel e megera te pede desculpas dizendo que inocentemente SÓ QUERIA ver o que acontecia quando uma bicicleta passava por cima de uma criança de seis anos? Eu nunca vou esquecer desse dia.
Mas eu sobrevivi para contar a história.

Mesmo assim, acho que é melhor eu começar a tomar mais cuidado com o trânsito a partir de agora. Ou é melhor ir reservando um lugar VIP nas estatísticas.





Amizade

22 12 2010





Implosão do Hospital Universário 19/12/2010

21 12 2010

E uma nova época se instaurou na Cidade Universitária nesse último dia 19. Pena que eu só pude por as mãos no vídeo da implosão da ala sul do Hospital Universitário hoje de manhã. Mas foi lindo. Sério, a fumaça em forma de cogumelo do Mario subindo em direção aos céus como resultado dos tantos andares do prédio do hospital se estribuchando no solo decadente do campus da UFRJ foi um marco do ano de 2010, e vale ser visto repetidamente milhões de vezes. Eu já vi e revi uma trinta e sempre bato palmas juntamente com o povo do vídeo.

Porque foi épico, gente. Épico.





O que eu achei de My Soul to Take (A Sétima Alma)

17 12 2010

As pessoas já devem estar de saco cheio de filmes de terror sobre serial killers em que a única coisa que acontece na trama é um cara enorme perseguindo os personagens principais que morrem um por um nas mãos do monstrengo. Bom, eu não. E foi por isso que eu me interessei por My Soul to Take. Mês passado eu estava assistindo à TV e foi exibido um Por de trás da câmera do filme, que eu nunca havia ouvido falar na vida embora ele tenha estreado nos cinemas dos Estados Unidos em Outubro.


Na minha opinião My Soul to Take tem um diferencial. Abel Panklov é um homem casado que sofre de múltipla personalidade possuindo cinco personalidades além da original. Uma sétima personalidade, porém, se mantinha em segredo entre as outras, praticando mortes em massa na cidade e sendo conhecido como o Estripador. Na noite em que Panklov descobre a verdade através de suas personalidades alternativas e uma porção de acontecimentos acaba gerando a suposta morte do Estripador, sete crianças nascem prematuramente na cidade. Dezesseis anos se passaram e o corpo de Abel Panklov nunca foi encontrado. A lenda urbana conta que ou Abel Panklov sobreviveu àquela noite ou sua alma se refugiou numa das sete crianças que nasceram na noite de sua morte, que buscará vingança das outras seis almas que renasceram.

O longa-metragem mostra o aniversário de dezesseis anos das sete crianças e o retorno do Estripador na cidade. Acho que o mais divertido é você ter aquela absoluta certeza que pelo menos o bad guy só pode ser um daquele seleto grupo de personagens e você passa o filme inteiro em dúvida se é um ou outro. É ótimo para quem curte um filme de terror sem muito sangue com bastante suspense e uma pitada de trama colegial.

Eu recomendaria.








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