KurtStyle #001

29 09 2010

Porque apenas um tweet sobre isso não se equivalia a grandiosidade deste momento.
Merecia um post.

Kurt está usando uma saia.
Momento de reflexão.

#glee





Glee: 2ª Temporada

20 09 2010


E a espera finalmente será recompensada.
Sabe quando uma pessoa fica meses, anos, décadas sem fumar, sem sentir um pingo da sensação da nicotina se espalhando pelo corpo? E sabe quando a recompensa por todo esse tempo sofrido e miserável é acabar se permitindo provar do veneno proibido novamente? Nunca fumei, mas deve ser o mesmo que eu sinto com Glee. Não que eu QUISESSE parar de assistir a novos capítulos, é mais como se eu fosse OBRIGADO. Afinal, eles precisam de um tempo para criar e gravar capítulos novos.

Pra aqueles que acompanham a série desde o início pela estréia original americana, as pausas de Glee têm sido maçantes. (Não assistam a dublagem nojenta da FOX Brasil, gente. Um pouco do seu dinheiro sujo pode pagar uma Internet boa o suficiente para baixar legendas em português, para quem não sabe inglês). Houve nada menos que TRÊS PAUSAS em uma temporada só. Mas fã que é fã, aguarda pacientemente. Ou não. Quero dizer, quando eu soube que teria de esperar três meses por episódios novos eu fiquei assim:


Mas fã que é fã aguarda. Eu aguardei, e agora terei minha nicotina de volta. Tendo de cor e salteado na memória as coisas pelo o que realmente valeram a pena esperar esse tempo todo, como o primeiro namorado do Kurt e a revelação DISSO. Além disso, eu já estava com abstinência de Sue Sylvester.
A segunda temporada de Glee começa amanhã, dia 21 nos Estados Unidos e quarta-feira quando voltar da faculdade eu finalmente vou ter essa porra baixada para assistir e ter horrores de orgasmos com os novos modelitos do Kurt e a versão de Telephone da Lea Michele.

Enfim, para comemorar, uma reprodução de I Say a Little Prayer que vale a pena ser notada.
O vídeo original pode ser visto aqui.





Agora que sou rica…

19 09 2010

Freguês: Quero provar essa camisa.
Vendedor: E você já viu o preço?
Freguês: Er… não.
Vendedor: Vou ver pra você.
Freguês: …
Vendedor: Trezentos reais.
Freguês: Ai, muito caro, não quero mais.
Vendedor: Nós temos blusas de 79,90 também.
Freguês: … ah ok, então tchau.

Foi o que aconteceu comigo esses dias.
E eu achei um absurdo. Estava andando pelo shopping semana passada e um atendente medíocre (e SUPER GOSTOSO, por sinal, do tipo tudo-o-que-eu-sempre-sonhei-e-nunca-vou-ter) me olhou com aquele olhar de como se me avisasse que eu estava em território de grife e aquele não era o meu lugar. Porque por favor, nem eu mereço um “e você já viu o preço?”. Ainda mais de um atendente, é demais. Até porque se ele pudesse se permitir compras roupas com os preços da loja em que ele trabalha, ele não estaria perguntando para pessoas desconhecidas se elas precisavam de ajuda nas compras. Apesar que, vamos concordar, trezentos reais por uma camisa de manga comprida com capuz é meio exagerado demais. E olha que nem era de ouro.

Mas qualquer dias desses eu volto lá e a história vai ser diferente. Do tipo:

“Agora que sou rica… embrulha a loja inteira e manda enviar pra minha casa. Beijos, meu celular é taltaltal, me liga.”





Change is good

6 09 2010

De uns tempos pra cá algumas pessoas que me conhecem há, sei lá, no mínimo uns três ou quatro anos começaram a dizer o quanto eu mudei depois de entrar para a faculdade. Mas pra ser sincero eu não vejo tanta mudança assim, não. Do jeito que falam parece até que eu sofri uma metamorfose da Madre Tereza de Calcutá para uma Bruna Surfistinha da vida.

As pessoas tendem a possuir uma idéia muito negativa do que seja mudar de opinião sobre certas coisas. Algumas associam como ter a mente fraca, ser Maria-vai-com-as-outras ou coisa parecida. Eu não vejo dessa forma. Com um certo limite estipulado, eu sempre fui muito aberto para opiniões e idéias novas. Se convencer do contrário do que costumava pensar não significa ter a mente fraca, algumas vezes apenas significa ser inteligente. Eu acho que só pessoas burras teimam a vida toda sobre uma opinião distinta na tentativa de querer ser autêntico e com opinião auto-suficiente. Uma coisa é defender seus princípios, outra coisa é não querer ver o outro lado da história com medo de que você esteja realmente errado.

Acho que ainda sou o mesmo nerd otaku que gasta horrores (e agora com bolsa acadêmica, xô pobreza!) em coisas inúteis e não pretendo deixar de ser essa pessoa por enquanto, porque essa pessoa ainda sou eu. A diferença é que agora eu gosto de sair pra beber e dançar com alguns amigos. Qual é o problema?

[“Gente bonita”]








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